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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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PREÇO DO PETRÓLEO DESCE MAS RENOVÁVEIS CONTINUAM A SER MAIS BARATAS

Mäyjo, 01.04.15

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O preço do barril de crude caiu já 60% desde Junho do último ano e os analistas indicam mesmo que petróleo pode chegar aos 30 dólares. Ainda assim o custo do “ouro negro” continua a ser mais elevado que as energias renováveis.

Um novo relatório da International Renewable Energy Agency (IRENA) indica que a energia renovável é altamente competitiva por comparação aos combustíveis fósseis, com excepção da energia solar. O documento revela que a energia eólica fora da costa em larga escala, a biomassa, a energia hídrica e geotermal estão altamente classificadas em termos de acessibilidade.

Embora os preços da energia solar não sejam tão competitivos como os das restantes energias renováveis, o custo do equipamento e instalação tem vindo a diminuir ao longo do tempo e é já bastante mais barato que há uma década. O relatório da IRENA revela que os custos da energia solar diminuíram 80% desde 2008.

“A energia eólica terrestre é uma das fontes de electricidade disponíveis mais competitivas. Os avanços tecnológicos, que ocorrem ao mesmo tempo que os custos instalados diminuem, indicam que o custo nivelado da energia do vento em terra está agora dentro da mesma gama de preços, ou até mais barata, que os combustíveis fósseis”, lê-se no relatório, cita o Inhabitat.

Mesmo que os preços do petróleo continuem a diminuir, a IRENA antevê que o custo da energia eólica em terra continue a diminuir, tornando-a numa alternativa competitiva ao crude.

O preço do barril de crude tem sido negociado nos últimos dias, nomeadamente em Londres e Nova Iorque, na casa dos 45-50 dólares (€38,8-43,1). As transacções de crude têm sido influenciadas pelo aumento da oferta nos Estados Unidos e por declarações do ministro do petróleo dos Emirados Árabes Unidos, que afirma que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo está no caminho certo, ao optar por não reduzir a produção.

Foto:  x3.wolfgang / Creative Commons